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		<title>San Bernabé 2010 – Logroño.</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 16:19:04 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Batalhas]]></category>

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		<description><![CDATA[    A  poesia é a elevação do espírito pela palavra. A capital das pessoas, Logroño, é assim: poesia nas ruas, história viva, a poesia da memória. Uma cidade que guarda os mistérios do tempo.
     As festas de interesse turístico regional de Logroño, vulgo San Bernabé,  recuperam  a data de 1521, ano em que a cidade resiste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">     
<a href="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/logrono/img_9228.jpg" title="" class="shutterset_singlepic705" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/cache/705__320x240_img_9228.jpg" alt="img_9228" title="img_9228" />
</a>
 A  poesia é a elevação do espírito pela palavra. A capital das pessoas, Logroño, é assim: poesia nas ruas, história viva, a poesia da memória. Uma cidade que guarda os mistérios do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">     As festas de interesse turístico regional de Logroño, vulgo San Bernabé,  recuperam  a data de 1521, ano em que a cidade resiste  estoicamente ao assédio por  parte das tropas francesas, que tentam  tomar a cidade. A proposta é recuar, através de várias teatralizações, até esse momento particular que marca, até aos dias de hoje, o sentir e o viver das gentes de Logroño.</p>
<p style="text-align: justify;">     Este evento serviu também de mote para um encontro internacional de recriadores históricos, que durante estes dias puderam trocar experiências e conhecimentos. No final, o  balanço é extremamente positivo e assim sendo, a Companhia de Teatro Viv’arte  agradece a todos quantos contribuíram para o sucesso  desta participação lusitana e deixa uma palavra de apreço para  as entidades municipais de Logroño,  por todas as facilidades concedidas. Logroño sabe encantar e deixar saudades.</p>
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		<title>Feira Quinhentista de Machico 2010.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 16:31:52 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Feiras Quinhentistas]]></category>

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		<description><![CDATA[1508, Machico. O regresso da expedição a Safim trouxe à ilha lusitana da Madeira inumeráveis tesouros e preciosidades que cedo despertam a cobiça  de muitos que ouvem em terra  e contam no  mar.
     Dobram os sinos da igreja a rebate e correm as palavras pelas ruas do burgo em sobressalto. Uma temerosa embarcação aproxima-se da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">1508, Machico. O regresso da expedição a Safim trouxe à ilha lusitana da Madeira inumeráveis tesouros e preciosidades que cedo despertam a cobiça  de muitos que ouvem em terra  e contam no  mar.</p>
<p style="text-align: justify;">     Dobram os sinos da igreja a rebate e correm as palavras pelas ruas do burgo em sobressalto. Uma temerosa embarcação aproxima-se da baía e faz troar as cargas de canhão, que acordam os gritos de alvoroço por toda a parte. No areal desenrolam-se  algumas escaramuças, lutas desiguais que não impedem o avanço de uma horda pirata que devora tudo quanto encontra, no seu caminho até às imediações do forte. Alguns homens mais destemidos vão no seu encalço e resistem corajosamente. Tenta-se uma frívola parlamentação mas, palavra de pirata escreve-se na água e, assim sendo, o único diálogo credível é o da  pólvora.</p>
<p style="text-align: justify;">    Dos vencidos não reza a história e por conseguinte, do interior da fortaleza parte a resposta eficaz. Como cegos são os olhos da cobiça, depressa caem os insolentes intrusos no ardil das gentes de Machico.</p>
<p style="text-align: justify;">    Julgados e lançados que foram, os piratas, nos calabouços; é agora tempo de fazer  retomar a paz e a tranquilidade na 5ª edição do Mercado Quinhentista de Machico.</p>
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		<title>Feira Medieval de Aviz 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 11:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feiras Medievais]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/avis-2010/avis-2010-35.jpg" title="" class="shutterset_singlepic610" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/cache/610__320x240_avis-2010-35.jpg" alt="avis-2010-35" title="avis-2010-35" />
</a>
   Moços e moçoilas, contadores de histórias, desvendadores de magias e encantadores de serpentes. Vendedores de sonhos e ilusões, actores de meia tigela e vidas deambulando consoante os sopros da fortuna.</p>
<p style="text-align: justify;">    É o mercado medieval de Avis que recebe o  ilustre Fronteiro-Mor, D.Nuno Álvares Pereira, assim como, a ímpar figura do Mestre de Aviz, D.João, primeiro de seu nome, que por estes dias confraternizaram em Aviz com os seus velhos companheiros de armas. Torneios de armas apeado e a cavalo, danças de fogo que rezam lendas antigas, saltimbancos  galegos que, vindos de véspera,trazem histórias de arremedilhos, esgrimadores, titeriteiros e nigromantes.</p>
<p style="text-align: justify;">   O povo desfruta dos poucos divertimentos profanos a que têm acesso e também a clerezia se entrega aos prazeres da vida e ao folguedo, já que Deus, bem sabido é, não dorme nem baixa a guarda.</p>
<p style="text-align: justify;">    Mercadores e artesãos entregam-se às suas actividades de comércio, longe do pensamento da nobreza que, por esta altura, recebe uma distinta embaixada do que chegou do  reino de Granada, para selar acordos e tratos de cooperação e amizade.</p>
<p style="text-align: justify;">   Chegam também alguns romeiros e peregrinos de Santiago, a quem bom agasalho foi providenciado. Comeres e beberes de mão cheia que atraem  às tabernas do mercado, bocas ávidas e sequiosas que se empanturram com as melhores viandas e vinhos do reino.</p>
<p style="text-align: justify;">   Á luz dos últimos raios de sol, julgam-se todas as malfeitorias, todas as possessões malignas e desmandos heréticos.</p>
<p style="text-align: justify;">   Por ora, são lidos a boa voz os autos de encerramento de mais uma edição da Feira Medieval do termo de Aviz, uma terra com história, uma terra feita de histórias. </p>
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		<title>Feira Medieval de Arzila 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 10:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feiras Medievais]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/arzila/arzila.jpg" title="" class="shutterset_singlepic509" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/cache/509__320x240_arzila.jpg" alt="arzila" title="arzila" />
</a>
     É o anúncio da Primavera. Na vila de Arzila durante três dias erguem-se memórias esquecidas nas brumas da História. Cavaleiros, fidalgos e nobres donzelas; condes, duques e senhores. Membros do clero, servos e artesãos. Almocreves e bufarinheiros, saltimbancos e menestréis. Nas quitandas do mercado misturam-se gentes, credos e culturas. Come-se e bebe-se a bom proveito. Por ora é tempo de receber a comitiva do xeque de Arzillah. Vem em missão de paz celebrar a amizade das duas Vilas. Torneios de armas a cavalo e apeado entre cavaleiros cristãos e mouros. As lutas são encarniçadas mas a cortesia impera. Na praça, entretanto, julgam-se os excessos e no mercado merendam-se os últimos acepipes. Arzila sabe viver a sua História.</p>
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		<title>Festival  Gastronómico &#8220;A Pão e Laranjas&#8221; 2010 &#8211; Vidigueira</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 17:17:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feiras à moda antiga]]></category>

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		<description><![CDATA[ Numa altura em que se celebram os cem anos  sob a instauração  da República, a vila alentejana da Vidigueira  reviveu os primeiros anos do século XX.  As viagens europeias de exploração em África, o exotismo cultural, o âmbito científico e as demarcações territoriais das colónias africanas, os relatos da &#8221; Costa à contracosta&#8221;, o mapa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">  
<a href="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/vidigueira/vidigueira.jpg" title="" class="shutterset_singlepic508" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/cache/508__320x240_vidigueira.jpg" alt="vidigueira" title="vidigueira" />
</a>
 Numa altura em que se celebram os cem anos  sob a instauração  da República, a vila alentejana da Vidigueira  reviveu os primeiros anos do século XX.  As viagens europeias de exploração em África, o exotismo cultural, o âmbito científico e as demarcações territoriais das colónias africanas, os relatos da &#8221; Costa à contracosta&#8221;, o mapa cor de rosa, o últimato inglês, a &#8221; Portuguesa&#8221;, os crescentes movimentos contestatários, o regicídio, as tentativas de golpe de estado e  a instauração da República. Foi também o momento de recordar os episódios mais marcantes da vida de D. Francisco de Herédia, Visconde da  Ribeira Brava, preponderante  figura da História da Vidigueira e do Republicanismo Português.</p>
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		<title>Feira Republicana  &#8211; Oliveira do Hospital</title>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 16:57:40 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Feiras à moda antiga]]></category>

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		<description><![CDATA[    Jogos populares, teatro de fantoches, danças tradicionais. Após a revolução republicana, o povo não sente melhorias nas suas condições de vida. A faustosa burguesia desfila indiferente por entre os revoltados populares que berram contra a fome. Zaragatas e duelos de sabre. Serenados os ânimos é tempo  para  cantigas ao desafio.
        Chegam os romeiros, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/oliveira-do-hospital/_mg_5500.jpg" title="" class="shutterset_singlepic507" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/cache/507__320x240__mg_5500.jpg" alt="_mg_5500" title="_mg_5500" />
</a>
     Jogos populares, teatro de fantoches, danças tradicionais. Após a revolução republicana, o povo não sente melhorias nas suas condições de vida. A faustosa burguesia desfila indiferente por entre os revoltados populares que berram contra a fome. Zaragatas e duelos de sabre. Serenados os ânimos é tempo  para  cantigas ao desafio.</p>
<p>        Chegam os romeiros, os saltimbancos, os vendedores de banha de cobra, o fotógrafo da capital.O fiscal dos isqueiros de pederneira  e a autoridade da Guarda. Chegam também os actores itinerantes e com eles as novas de Lisboa. A  pátria chama os mais fortes, é a  partida para a guerra de trincheiras, é a partida para a Flandres. Mobilização geral de moços para irem engrossar as fileiras da Flandres. Comovidas despedidas e o discurso do Regedor. São os controversos anos da primeira República Portuguesa  revisitados em Oliveira do Hospital.</p>
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		<title>Feira Medieval de Castelo Mendo</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 11:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feiras Medievais]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/c-mendo/c-mendo-1.jpg" title="" class="shutterset_singlepic504" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/cache/504__320x240_c-mendo-1.jpg" alt="c-mendo-1" title="c-mendo-1" />
</a>
Ruas e ruelas. Bobos, histriões, bufões, trampolineiros, saltimbancos, acrobatas e malabaristas. É a feira medieval do termo de Castelo Mendo. As ruas enchem-se de olhares que se cruzam com almocreves e bufarinheiros,  vendedores de sonhos e de quimeras, desvendadores de ilusões e pregoeiros  da banha de cobra. No terreiro, abundam os comeres de caça e os beberes do castelo. Encantadores de serpentes e danças sarracenas. O cortejo régio  é anunciado. É dia de festa,  de bailias e folguedos. O povoléu rodeia a liça com movimentos inquietos e ansiosos.  D. João I, rei de Portugal e dos Algarbes ocupa o lugar que lhe é devido. Torneio de cortesia em preito de vassalagem.  Entretanto, os de Castela tomados por guisa insana, irrompem pela praça em fossado. Travam-se de razões com a guarnição logo são ludribriados pela ancestral diplomacia  lusitana. No mercado é grande a azáfama, por entre a História, que nos veste com os trajares de outros tempos. Castelo Mendo  honrou as suas raízes com a recriação dos viveres de antanho.</p>
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		<title>Feira Medieval de Almodôvar</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 11:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feiras Medievais]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<a href="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/almodovar10/almodovar1.jpg" title="" class="shutterset_singlepic506" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/cache/506__320x240_almodovar1.jpg" alt="almodovar1" title="almodovar1" />
</a>
1285, no lento entardecer em Almodôvar. O sol que languidamente  se despede de mercadores e menesteirais, dos almocreves e bufarinheiros. Os últimos dias foram de chuva raivosa mas amanhã  chega a mui distinta comitiva de El-Rey D. Diniz e o Sol veio de mansinho aquecer os ânimos. O burgo está aprestado e asseado, enxotados  que foram os cães sarnentos e os mendigos para as cercanias da vila.</p>
<p style="text-align: justify;">       Recebem-se os primeiros visitantes vindos do reino do Algarbe. Vêm ao encontro del-Rey em preito de vassalagem. No terreiro há cantares sarracenos e danças mouriscas, encantadores de serpentes  e magos misteriosos.</p>
<p style="text-align: justify;">        Contadores de histórias, menestréis e jograis. São três culturas e três credos que se  fundem nos comeres e beberes de antanho. A noite encarrega-se de guardar as histórias que adormecem na memória do amanhecer. O arauto anuncia a chegada del-Rey. É grande o bulício. O meirinho e o homem da vara apressam-se a fazer as necessárias aferições. Também o almotacem fiscaliza as tabernas e vinhos. Na praça de armas, os homens válidos, a mando do alcaíde adestram a sua perícia nas lides. Falcões e águias rasgam os sulcos do céu em exercícios de destreza e perícia.</p>
<p style="text-align: justify;">       Troa a trombeta, é o arauto que anuncia a chegada de El-Rey, que na história dos seus dias, se fez lavrador e poeta. Torneio de armas a cavalo e apeado. Novos cavaleiros são investidos em singelo adubamento. Nos entremezes, uma mesnada de Castela e Leão, em estranha audácia, provoca algumas escaramuças no mercado, prontamente sanadas pelos infanções almodovarenses e por alguns cavaleiros-vilões do termo de Beja. El-Rey manda recados a seu avô, D. Afonso  de Leão e Castela, para que honre o tratado de Badajoz e o tratado de Alcanizes, que o bom senso manda dizer que é letra  que não deve fenecer.</p>
<p style="text-align: justify;">       Na solene cerimónia de homenagem  feita de lauto respasto, desfrutam-se  os comeres ancestrais em tempêros de ervas aromáticas, os vinhos de cidra e as beberagens do mosteiro.  São anunciados os banhos régios com a infanta de Aragão. Na praça há festejos e folguedos, danças palacianas e danças de terreiro. Em Juízo na praça, são julgados os excessos e algumas heresias. El–Rey partiu para as terras de Beja. Envolvem a  noite  os guardiões das muralhas enquanto na memória do povo fica mais uma viagem no tempo que se quer inesquecível.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Batalha dos Atoleiros</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 16:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rui</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recrutamento]]></category>

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		<description><![CDATA[     Após a recriação da Batalha dos Atoleiros, a Viv’arte congratula-se com a excelente participação dos voluntários espontâneos  assim como das  Salas de Armas e agradece a todos o seu magnífico empenho.
Laboriosamente estamos a construir, entre todos, uma das mais significativas batalhas do séc. XIV. Bem hajam!

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">     Após a recriação da Batalha dos Atoleiros, a Viv’arte congratula-se com a excelente participação dos voluntários espontâneos  assim como das  Salas de Armas e agradece a todos o seu magnífico empenho.<br />
Laboriosamente estamos a construir, entre todos, uma das mais significativas batalhas do séc. XIV. Bem hajam!</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-509" title="Batalha" src="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/uploads/2010/01/21.jpg" alt="Batalha" width="272" height="206" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vila Pouca da Beira, 490 anos de foral.</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 15:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nunomaia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Feiras Quinhentistas]]></category>

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		<description><![CDATA[    D. Manuel I e a sua corte estiveram por altura do &#8220;Bodo&#8221; de S. Sebastião em Vila Pouca da Beira para entregar o foral a  esta população, do concelho de Oliveira do Hospital.  Após a cerimónia solene,  realizou-se  um majestoso torneio de armas a cavalo e apeado e, no final, um fabuloso espectáculo de fogo. Os artesãos marcaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">     
<a href="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/vila-pouca-da-beira/vila-pouca.jpg" title="" class="shutterset_singlepic484" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://www.teatro-vivarte.org/site/wp-content/gallery/cache/484__320x240_vila-pouca.jpg" alt="vila-pouca" title="vila-pouca" />
</a>
 D. Manuel I e a sua corte estiveram por altura do &#8220;Bodo&#8221; de S. Sebastião em Vila Pouca da Beira para entregar o foral a  esta população, do concelho de Oliveira do Hospital.  Após a cerimónia solene,  realizou-se  um majestoso torneio de armas a cavalo e apeado e, no final, um fabuloso espectáculo de fogo. Os artesãos marcaram presença com um mercado tradicional,  que animou as largas centenas de pessoas que acorreram a este evento.<br />
     A companhia de Teatro Viv´Arte agradece a todas as entidades locais e a todas as pessoas a hospitalidade e profissionalismo com que nos recebem.</p>
]]></content:encoded>
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