Laboratório de Recriação Histórica
    Instituição Cultural de Utilidade Pública
    Estatuto de Superior Interesse Cultural

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História

Companhia de Teatro Viv’Arte 1988-2018: 30 anos a viajar no Tempo!

A Companhia de Teatro Viv’Arte nasceu em 1988 como Grupo de Teatro da Escola Secundária de Oliveira do Bairro, com este mesmo nome e pelo professor Mário da Costa. Em 1993 formalizámos juridicamente o grupo como LED – Laboratório de Expressão Dramática de Oliveira do Bairro. Desde 2000, somos uma Associação Cultural Sem Fins Lucrativos, tendo sido reconhecidos como Pessoa Colectiva de Utilidade Pública (Diário da República II, 165, de 17/07/2000).

Progressivamente, e após anos de trabalho no teatro escolar, teatro para a infância, teatro físico e artes de circo, a nossa profissionalização acompanhou a especialização em espectáculos de e na Recriação Histórica.

Em suma, fazemos/vivemos Teatro Vivo que é História ao Vivo.

A peculiaridade do nosso trabalho dramatúrgico consiste na fusão entre Teatro e Recriação História, aliada a um conceito de Teatro de Rua, feito de momentos aparentemente dispersos que ocorrem num espaço e tempo e agindo sobre eles. As Feiras Medievais e Quinhentista têm sido as Festas da História por excelência, ainda que as de cariz Romano, Quatrocentistas, Seiscentista, Setecentista, Oitocentista e Novecentista tiveram nos últimos anos uma maior procura por parte dos que solicitam o nosso trabalho do que em anos anteriores.

A crítica expressa nos mais diversos meios de comunicação social tem acentuado a tónica do nosso profissionalismo apesar de continuar sem o devido reconhecimento por parte das instituições que tutelam a cultura no nosso país.

Missão e Valores

A Cia de Teatro Viv’Arte – Laboratório de Recriação Histórica tem por objecto social “promover a prática de teatro e expressão dramática, além de outras actividades culturais”.

“A associação na realização do seu objecto leva a efeito a divulgação e promoção cultural e artística, das artes da recriação histórica, do património material e imaterial, das artes performativas e cénicas, da educação artística e formação na área das artes do espectáculo e da recriação histórica e na cooperação e diálogo intercultural e artístico através de intercâmbios nacionais e internacionais”.

A maioria dos projectos da Viv’Arte dinamiza os meios locais, atrai turistas e visitantes às terras da sua concretização, promovem o desenvolvimento e escoamento dos recursos locais, aliciam a prosperidade das relações sociais e propiciam a interacção entre os diversos agentes culturais.

Mas o que denota verdadeiramente o espírito da Cia de Teatro Viv’Arte enquanto co-responsável dentro da sociedade é a sua Empresa de Inserção.

Para mais informações sobre a Empresa de Inserção, clique aqui.

Genotipo: Mário da Costa

Mário da Costa, 9 Abril 1959, licenciatura História, Universidade Coimbra, especialização Teatro na Educação, Universidade Aveiro (Giséle Barret, Daniel Simon, Pierre Voltz e Jean-Pierre Ryngaert); especialização Desenv. Pessoal e Social, ator em Itália e França (de 1979 a 1983) ator no TEUC, com Adolfo Gutkin e Ricardo Pais e na “Bonifrates”, com J. O. Barata e João André; Conselheiro Científico Projeto Europeu Recriação Histórica / Comenius; Formador: C.F.P. S. Miguel / Santa Maria e Ribeira Grande; C. F.P. Lagos; C.F.P. Águeda e O. Bairro, Movimento e Drama; C.F.P. Lamego e Moimenta da Beira, Expressões; C.F.P. O. Azeméis, Estarreja, Porto, Ílhavo, Escrita teatral e materialização cénica; C.F.P. Santa Comba e Viseu, Teatro e Educação; C.F.P. Aveiro, Voz e Dicção. Responsável científico em acções de Teatro na Educação. Livros Publicados: Efémeros Edições, Algumas pistas sobre o mar salgado; Cenas de Amor e de Guerra; 18 Peças para jovens alunos pouco aplicados mas não muito rebeldes; Papiro Editora, Monólogo do ator com o seu público. Textos publicados: Ser professor ou ser professor (O ensino, o cinema e o audiovisual, Lauro António,) Porto Editora; Uma experiência diferente, A outra face da Escola, Edição do M. E. Percursos à margem, Encontros de teatro na escola, Tito Amorim, Porto Editora; Manual de Recriação Histórica, edição português/inglês, C.F.P. de Lagos e Projecto Comenius.

Realização de filmes didáticos sobre temas históricos: Paleolítico, Mesolítico, Neolítico, Idade Média, Renascimento, Roma e Grécia.

Comunicação: Teatro na Educação, IV Congresso Internacional Sociologia do Teatro, Hamammet, Tunísia (1995). Grande Prémio Concurso Vídeo 1995, Instituto Politécnico do Porto, com “Paleolítico ao vivo”. 1º Prémio do Festival Vicentino, (1996), Lisboa. 1º Prémio Concurso Pátria, Ministério Defesa Nacional (1997).

Grande Prémio La Stampa, Federação Italiana de Recriações Históricas, Feira Medieval de Finale Ligure (2003); Orador História, Universidade Huelva (2007); Abordagem à Recriação Histórica a partir do Universo Escolar no Encontro Europeu de Recriação Histórica, Batalha (2011); Orador no Seminário Internacional História, Património e Animação sobre Recriação Histórica em Portugal, S. M. Feira (2012); Orador no Congresso 2012, Confederação Europeia de Festas Históricas, La Ciotat.